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La Bohemie

O Alive acabou...comigo.

E terminou mais uma edição do NOS Alive, a minha segunda em trabalho. Estou feliz. Cansada e rouca, mas feliz. Eu adoro o Alive, muito provavelmente porque a primeira vez que fui me marcou para a vida, e cada vez que lá regresso lembro-me dos muito bons e maus momentos que vivi. O Alive é para mim um festival que me faz sentir viva, mas que acaba invariavelmente comigo morta aos fim de três dias, de canções e emoções. O Alive deixou de ser apenas um festival de música, para se tornar numa forma de viver, num ponto de encontro de colegas e amigos, num modo de estar. As correrias de palco em palco, os encontros esbarrados com pessoas que não víamos há imenso tempo, os brindes com copos quase vazios, as danças e coreografias filmadas para mais tarde recordar, as conversas e gargalhadas entre cada canção preferida, as feridas nos pés, as dores nas costas, os jantares mal jantados, as fotografias tremidas, os abraços e beijos escondidos, as filas que servem sempre para meter conversa com alguém que não conhecemos, os encontros desencontrados, os sorrisos roubados, os corpos cansados. O Alive é cada vez mais um festival de pessoas. As minhas pessoas. Obrigada a todos os que partilham comigo tantos momentos que não precisam de uma selfie para serem para sempre recordados. 

 

 

Dia 1 - As musas esgotaram o primeiro dia do NOS Alive.IMG_20150713_172819.jpg

 

 

Dia 2 - Prodigy: o prodígio da segunda noite do NOS Alive.

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Dia 3 - O último dia do NOS Alive deixou-nos Dead.

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Beijinhos, La Bohemie.